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Reagrupar, recuperar, avançar!

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A estrada de volta a Myratma parecia mais longa do que realmente era. Talvez fosse o cansaço. Talvez o veneno ainda correndo lento nas veias. Talvez o silêncio, pesado e denso, que acompanhava cada um deles após a noite de chuva, sangue e teias. As docas de Myratma os receberam com o cheiro familiar de sal, madeira úmida e segredos. Não havia tempo para orgulho ou formalidades. Ferimentos precisavam ser tratados, e rapidamente. Eles estavam acostumados, e o hábito os conduziu por caminhos pouco iluminados, entre armazéns esquecidos e vielas onde lanternas ousavam ficar acesas por pouco tempo. Ali, escondido entre duas construções inclinadas, havia um templo. Ou algo que tentava ser um templo. Símbolos toscos, mas honestos. E marujos e bêbados, buscando redenção, curas, ou um teto para a noite. Mas, para quem sabia procurar, e tinha algumas moedas sobrando, a sorte sempre abria algumas portas. Ali a porta chamava-se Konstanto. Magro, de sorriso enviesado e olhos que avaliavam ...

Os primeiros passos...

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A chuva ainda não havia começado quando tudo teve início, mas o ar de Myratma já carregava aquele peso invisível que antecede as tempestades, o tipo de silêncio que faz marinheiros evitar assobios e mercadores contarem moedas duas vezes. Foi Tavien, o senescal, quem os chamou. Um homem de postura rígida e voz controlada demais para alguém que dizia não estar preocupado. Ao seu lado estava Aliana Errlyk, jovem herbalista, que paracia carregar uma sombra nos olhos. A família Errlyk mantinha, havia gerações, um acordo discreto com os elfos selvagens da distante floresta de Wealdath. Três encontros nos últimos meses. Três vezes, os elfos não vieram. Nenhuma mensagem. Nenhum mensageiro. Nenhuma explicação. E isso, em política, significava algo. Os heróis viviam em Myratma. A cidade era sua, seus becos, suas pontes, seus telhados e suas aventuras. Não eram forasteiros. E por isso foram escolhidos. A investigação deveria ser silenciosa. *** A taberna O Péssimo Sujeito ficava na re...